No primeiro filme da trilogia (que completa 30 anos em 2015), o jovem Marty McFly aciona acidentalmente uma máquina do tempo construída pelo cientista Doc Brown em um automóvel DeLorean, retornando aos anos 1950. É quando conhece sua própria mãe, que acaba se apaixonando por ele. Como tudo acontece antes do casamento com seu pai, a paixão colocaria em risco sua existência. Nessa confusão toda, a fim de não alterar seu próprio futuro, usa de vários meios e serve de cupido para que, enfim, os dois fiquem juntos.
Já no segundo filme, o cientista Doc Brown leva Marty McFly e sua então namorada para o ano de 2015, com a finalidade de resolver uma questão familiar no futuro deles. Neste longa, também precisam driblar os acontecimentos para não alterarem suas vidas. O que surpreende é que o filme, produzido em 1989, mostrava o mundo em 2015 com ares bem futuristas e tecnológicos, com carros que voavam e funcionavam a base de lixo doméstico, bonés holográficos, jaquetas que secavam sozinhas, tênis autoajustáveis e o tão desejado skate flutuante. Se estas previsões ainda não são realidade absoluta, outras, no entanto, foram acertadas. Hoje, pagamentos podem ser feitos com apenas um toque de botão ou digital, a TV é plana e pode ser pendurada na parede, já temos drones que capturam imagens aéreas e os videogames não precisam mais de joysticks.
No último filme da trilogia, lançado seis meses após o anterior, o protagonista decide viajar para o Velho Oeste, no ano de 1885, para encontrar Doc Brown - que não quer voltar ao presente por ter se apaixonado por uma professora. (M.T.)

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