PRESS E PÉS VERMELHOS
q 1 - Desler as letras, adivinhá-las, torná-las ainda mais provocantes do que a dimensão de seus corpos. Quem, com toda a poesia que a magia é capaz, lê (di) versos como ‘‘O dia vai morrer aberto em mim’’ nas páginas sulcadas por Manoel de Barros, guarda certeza - ‘‘Livro sobre Nada’’ (Record) é de infinito poético. Merecido o Prêmio Nestlé de Literatura. Merece a leitura de muita (tanta) gente.
q 2- Um vírus demoníaco para a própria linguagem, inventada, reiventada, como a História do passado, presente e futuro, revista com muito humor e ironia. O livro ‘‘A Máquina Peluda’’ (Ateliê Editorial), de Ademir Assunção, é coisa séria, muito. Eu diria mais: atemporal. Vai ficar.
q3 - ‘‘Ney Braga - Tradição e Mudança na Vida Política’’, entrevistas em livro do Adherbal Fortes de Sá Júnior e Gladimir Nascimento, interessam. Ney Braga, em seu primeiro governo, mudou o perfil do Paraná.
q 4 - Defesa ao futebol do Paraná: a camisa do Atlético só se veste por amor.

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