Prefeitura quer projeto Cama e Café
Com a oferta de cerca de 1,6 mil leitos, o município não dispõe de hospedagem suficiente para o fluxo de turistas do período momesco. A sugestão é procurar onde ficar na cidade vizinha, Recife, que dispõe de rede extensa e, muitas vezes, preços mais aprazíveis ao bolso. Olinda dispõe de acomodações em pousadas, albergues e hotéis da orla, com preços que variam de R$ 50 a R$ 300 a diária.
Para tentar suprir a carência de leitos, a Prefeitura trabalha para botar em prática o programa de hospedagem residencial ''Cama e Café''. A proposta é que os proprietários de casarios que possuam até três quartos vazios, passem a hospedar os turistas. ''O visitante terá convivência diária com a família anfitriã. Isso já é feito na Europa e é voltado para um público mais diferenciado. Sai mais barato e o turista tem contato direto com a população local'', antecipa a chefe de operação da diretoria de Turismo, Juliana Resende. (F.G.)





