As praias de Curaçao são pequenas e delimitadas por rochedos de origem vulcânica. Como a areia é grossa, muita gente prefere usar botas ou sapatilhas de neoprene com solado de borracha, apropriadas para entrar no mar. O acesso a algumas praias é pago - algo em torno de 2,5 dólares por pessoa. As mais procuradas são as de Mambo Beach, Lagoon, Kenepa, Westpoint e Porto Marie. Em algumas delas o topless é liberado, e um dos espetáculos à parte na ilha são os vôos dos flamingos sobre a água.
Na vida noturna, uma das opções que mais atraem os turistas são os cassinos. Os hotéis promovem muitos shows e há música ao vivo para todos os gostos, desde a regional ao jazz, swing ou blues. Quando aparece algum turista brasileiro, logo é homenageado com ‘‘Garota de Ipanema’’.
A influência holandesa está presente na maioria dos pratos que se servem na ilha, como o mochi, feito com filé de peixe coberto de molho rico em especiarias. A língua nativa é o papiamento, uma mistura de dialetos africanos com português (danki é ‘‘obrigado’’; mi ta bon é ‘‘eu vou bem’’ e ta masha karu é ‘‘tá muito caro’’). As principais agências de turismo do Brasil oferecem pacotes a preços variados para se conhecer Curaçao, cujo nome, segundo os nativos, foi inspirado pela posição estratégica da ilha (objeto de disputa durante muitos anos) em relação ao restante da região, à América do Norte e à América do Sul: Curaçao vem de coração - o coração do Caribe.

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