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Da polêmica jedi 1
Membros do Conselho Jedi Paraná (CJPR), sediado em Curitiba, não gostaram da abordagem feita por este repórter na matéria ''Os Seguidores de Star Wars'', publicada no Mundo Jovem da FOLHA2 do dia 8 de outubro. De acordo com as críticas, ''percebe-se pela pose induzida na foto escolhida, somado ao texto carregado de ironia, tendência e unilateralidade de tentar ridicularizar o evento e os fãs''. A bronca maior ficou por conta da associação da entidade ao Jediísmo, culto não praticado pelo CJPR, que trata o termo como ''uma pseudo-seita abordada em blogs e jornais sensacionalistas, sobre uma brincadeira feita nos censos da Inglaterra e Austrália''.
Da polêmica jedi 2
Seria pouco ético e profissional ironizar ou ridicularizar, ser tendencioso ou unilateral, ainda mais sobre um assunto tão rico e com fãs tão exigentes. O termo Jediísmo não foi usado de forma pejorativa e serviu apenas para ilustrar como muitas pessoas levam a sério a brincadeira com o universo de Star Wars, a ponto de se vestir, colecionar, reproduzir, criar um ''conselho''. Os conceitos de religiões e culturas já consagradas no ''mundo real'' estão presentes, de forma bem clara, nos códigos dos guerreiros jedis e isso é que os tornam verossímeis. Independente da polêmica, que fique claro: fãs-clubes como o Conselho Jedi PR e tantos outros não têm ligação com qualquer ''seitas satânicas'' ou ''sociedades secretas'', como alguns quiseram acreditar devido à associação ao termo Jediísmo. Em tempo: não há nada de errado em homenagear uma série tão bacana reunindo amigos e simpatizantes, discutindo e assistindo os filmes, entre outras atividades sadias, em um constante exercício de criatividade.
A lenda do investigador
O início de novembro trouxe às telinhas gringas mais um seriado promissor. ''Legend of the Seeker'', com produção de Sam Raimi (diretor de ''Homem-Aranha'') é baseado no livro ''Wizard's First Rule'', de Terry Goodkind. Em clima épico, conta a transformação de Richard Cypher, de um humilde camponês a um bravo guerreiro, destinado a encerrar a tirania de Darken Rahl. O primeiro episódio agrada aos fãs de fantasia medieval e traz segurança ao apostar em bem-sucedidos clichês do gênero. O estúdio só precisa ajustar os efeitos mêcanicos e digitais, especialmente na transição do estúdio para locações abertas, já que as sequências de ação, apesar de convincentes, lembram um pouco o começo da carreira de Raimi, antes um dedicado ilusionista do cinema de terror com poucos recursos.
Rock Band versus Guitar Hero World Tour
A disputa por mais público tem tornado a concorrência entre os jogos Rock Band e Guitar Hero um verdadeiro deleite musical para os gamers. O próximo episódio dessa batalha vai deixar muita gente ainda mais empolgada com o universo roqueiro nos consoles. Guitar Hero World Tour, recém-lançado lá fora, traz um esquema de bateria mais completo que o Rock Band, com pratos e ton-tons; a guitarra tem o design que disponibiliza a técnica de ''slide''; o microfone promete ser mais sensível e o grupo terá a oportunidade de compor canções próprias e jogá-las na web. Tudo com um setlist irresistível e aparições de Ozzy Osbourne, Sting, entre outros. O kit custa US$ 189 e o software sai por US$ 59,99.
Lanternas Verdes salvam Final Crisis
A ''saga de verão'' da DC Comics, Final Crisis, definitivamente naufragou. A série principal trouxe uma trama quase incompreensível e divergências criativas, que levaram o desenhista J.G. Jones a deixar o barco antes do número final. Isso somente comprova a suspeita de falta de planejamento. A editora tentou capitalizar com diversas minisséries a partir da principal, explorando tema diferentes, mas não vingou. O que ainda salva a história toda é a participação dos Lanternas Verdes, que agora enfrentarão os recém-surgidos Lanternas Vermelhas, além da Tropa Sinestro e emergentes, na vindoura ''War of Light'' (Guerra da Luz), abertura do grande evento ''In Blackest Night'' (Na Noite Mais Densa), previsto para 2009.
Claudio Yuge
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