O escritor norte-americano Dan Brown não plagiou o livro de dois autores britânicos ao escrever o sucesso de vendas ''O Código Da Vinci'', decidiu ontem a Justiça britânica.
Dan Brown comemorou a decisão ao afirmar que ''o veredicto de hoje mostra que a acusação não era justificada''. ''Estou assombrado que esses autores tenham decidido me acusar'', afirmou Dan Brown a jornalistas em Londres, onde foi julgado o caso de plágio.
Dois historiadores britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, acusavam o escritor americano de ter copiado a estrutura central de um livro que eles publicaram em 1982, ''O Santo Graal e a Linhagem Sagrada''. A editora Random House, que publicou as duas obras, também foi alvo de acusação no processo.
Tanto ''O Código da Vinci'' como ''O Santo Graal e a Linhagem Sagrada'' afirmam que Jesus Cristo se casou com Maria Madalena, com quem teve um filho e cuja descendência continuou até a atualidade, protegida por uma ordem secreta conhecida como Priorado de Sião.
''O Código da Vinci'', traduzido para 44 idiomas e cuja versão cinematográfica estréia em maio deste ano, vendeu mais de 40 milhões de exemplares no mundo todo. A boa aceitação da obra deu a Brown mais de 70 milhões de euros, segundo a revista ''Forbes''.

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