Organizar a viagem antes de estar com as malas nas mãos e os pés no país que há tanto se sonhava conhecer é uma necessidade para qualquer turista que queira aproveitar ao máximo o passeio. Mas no caso de quem vai a Disney World, em Orlando, Flórida (EUA) é indispensável pensar o passeio nos mínimos detalhes.
Sem um planejamento adequado perde-se tempo, oportunidades e diversão. A organização ganha ainda mais importância porque o ‘‘tempo’’ é contado. Os pacotes montados pelas operadoras de turismo variam de sete a 15 dias. Nos dois casos, dois dias são gastos nos trajetos.
‘‘O ideal é o de 15 dias porque neste tempo, com uma boa organização é possível conhecer Disney World e os outros parques de Orlando’’, orienta a empresária Ginha Nader. Consultora especializada em Walt Disney, vida e obras (parques temáticos e produção cinematográfica), ela não aconselha a fazer o passeio sozinho. Pelo menos não nas primeiras vezes.
Tia Ginha, como é conhecida, explica que a imensidão de Disney World e o número de diversões e espetáculos deixam qualquer pessoa deslumbrada. Perdidos com a variedade de escolha, diz, é comum os turistas terem dificuldade na escolha, gastando um tempo desnecessário em filas.
Se a opção for a de viajar sozinho, sem a estrutura de uma agência de viagem, o melhor, diz Tia Ginha, é organizar o roteiro das diversões. Este cuidado ajuda a aproveitar ao máximo as distâncias. Assim, complementa, é possível otimizar o tempo e ampliar o número de diversões. As boas operadoras trabalham em torno de um roteiro que é previamente organizado de acordo com o perfil do grupo.
‘‘Nem o mapa do complexo entregue à entrada de Disney World é o suficiente para orientar o turista de primeira viagem’’, alerta Ginha Nader. Por isto ela defende que, pelo menos nas primeiras vezes, a pessoa, família ou grupo tenha um guia.
Informa que o próprio parque oferece guias, mas afirma que esta opção não é a ideal. Esclarece que seu modo de trabalhar é mais voltado para o perfil americano. Argumenta que o turista brasileiro gosta de poder esclarecer suas dúvidas diretamente com o guia. Os guias americanos, diz, têm uma postura mais distante.
Para ela, a melhor forma de viajar a Disney World ainda é através de pacotes formados por operadoras especializadas. Além de ter todo o passeio organizado, as ‘‘boas’’ operadoras têm contratos com os parques que permitem aos seus grupos evitar as filas, com acesso facilitado às diversões.

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