Na Rol­ling Sto­ne
  Ou­ça es­sa: ‘‘Se a sua mãe en­lou­que­ce e de­sa­pa­re­ce quan­do vo­cê tem qua­tro ­anos e vo­cê aca­ba em um lar com uma si­tua­ção abu­si­va, is­so aca­ba com sua ca­be­ça. Não co­nhe­ci nin­guém que te­nha ti­do cir­cuns­tân­cias se­me­lhan­tes à mi­nha e se­ja nor­mal. Ti­ve 25 ­anos pa­ra en­trar nos ei­xos e ain­da não ­consegui’’, de­sa­ba­fa ­Billy Cor­gan, lí­der do Smas­hing Pump­kins, em en­tre­vis­ta à re­vis­ta Rol­ling Sto­ne des­te mês.

Re­tor­no
  De­pois de ­abrir pa­ra o Kraft­werk e o Ra­dio­head, no ano pas­sa­do, os Los Her­ma­nos vol­ta­rão a to­car jun­tos no se­gun­do se­mes­tre des­te ano. ­Dois ­shows es­tão mar­ca­dos, um em Re­ci­fe e ou­tro em Sal­va­dor.



Passaporte
  A banda londrinense de psychobilly The Brown Vampire Catz faz seu último show no Brasil nesse final de semana antes de embarcar para uma turnê pela Europa. O trio formado por Preto Aranha (vocal e guitarra), Fabricio (bateria) e Felipe Pé-de-Pano (baixo) toca neste domingo em Maringá como convidado do projeto ‘‘Zombilly’’. O show é às 18h no Fernandes Bar (Av. São Paulo, 425), com entrada gratuita e abertura da banda local de surf music Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos. A excursão européia começa no dia 23 de maio e vai até a segunda semana de junho. Há seis apresentações agendadas na Alemanha, Holanda e França. Ainda há negociação para outras apresentações. O trio paranaense tocará em festivais reunindo os maiores nomes do psychobilly mundial.

Hard­co­re
  Na con­tra­mão do hard­co­re emo-­teen que to­mou con­ta dos pal­cos, as ban­das pau­lis­tas Cor­leo­ne e Clear­view con­ti­nuam in­ves­tin­do na pan­ca­da­ria ori­gi­nal do es­ti­lo. ­Elas to­cam ama­nhã em Lon­dri­na co­mo prin­ci­pais atra­ções da ‘‘Fi­re and Smo­ke ­Tour’’ que es­tá per­cor­ren­do o Bra­sil. Os ­shows acon­te­cem na Vi­la Cul­tu­ral Es­pa­ço Alo­na (Av. Les­te-Oes­te, 518), com aber­tu­ra das ban­das lo­cais Nos­sas ­Ruas, Re­fu­ta­re e Draw­the­Li­ne. A ­tour che­ga em agos­to em Cu­ri­ti­ba.

Agen­da­do
  O DJ e pro­du­tor pau­lis­ta­no Gui Bo­rat­to, aguar­da­do on­tem em Cu­ri­ti­ba, tam­bém vi­rá a Lon­dri­na. Se­rá dia 02 de ju­nho no ­club 2800. Na ba­ga­gem, ­traz as fai­xas de seu no­vo ál­bum ‘‘Re­nais­san­ce: The Mix ­Collection’’.

Ja­pan pop ­show
  Na se­ma­na pas­sa­da, a TV Cul­tu­ra exi­biu um do­cu­men­tá­rio so­bre as in­fluên­cias da cul­tu­ra pop ja­po­ne­sa no Bra­sil. No pró­xi­mo do­min­go, é a vez do ca­nal Mul­tis­how apre­sen­tar o fil­me ‘‘Ma­de in J-­Pop’’ co­mo atra­ção do pro­gra­ma Cul­tu­ra Ur­ba­na. O do­cu­men­tá­rio ex­plo­ra o uni­ver­so da ju­ven­tu­de de Tó­quio, tra­zen­do co­mo pa­no de fun­do um ce­ná­rio de evo­lu­ção cons­tan­te, com­pos­to por inú­me­ras tri­bos em que mo­das e ten­dên­cias nas­cem e mor­rem em pou­cas se­ma­nas. Vai ao ar às 22h.

Tur­nê no Bra­sil
  Do­ze ­anos ­após sua úl­ti­ma pas­sa­gem pe­lo Bra­sil, o ­Green Day fe­chou uma no­va tur­nê pe­lo ­país. Bil­lie Joe Arms­trong, Mi­ke ­Dirnt e Tre ­Cool vol­tam em ou­tu­bro pa­ra se apre­sen­tar em Por­to Ale­gre (dia 13), Rio de Ja­nei­ro (15), Bra­sí­lia (17) e São Pau­lo (12). No­vos ­shows po­de­rão ser mar­ca­dos até lá.

So­lo
  Foi ba­ti­za­do de ‘‘­Flamingo’’ o ál­bum so­lo que o vo­ca­lis­ta do The Kil­lers, Bran­don Flo­wers, pla­ne­ja lan­çar no fi­nal do ano.

Ter­cei­ro
  Sai em agos­to o ter­cei­ro ál­bum de ­Katy ­Perry. In­ti­tu­la­do ‘‘Tee­na­ge ­Dream’’, o dis­co se­rá an­te­ce­di­do pe­lo lan­ça­men­to do sin­gle ‘‘Ca­li­for­nia ­Girls’’, que tem par­ti­ci­pa­ção do rap­per ­Snoop ­Dogg e já po­de ser ou­vi­do no si­te ofi­cial da can­to­ra (www.katy­perry.com).



Ga­ra­ge ­rock
‘‘Hippies’’, o segundo álbum da banda norte-americana Harlem, é uma das mais recomendáveis surpresas da temporada. Saiu pelo selo Matador. Contém 16 faixas com produção vintage reciclando timbres típicos dos anos 60 na própria sonoridade dos instrumentos. O disco traz garage rock marcado por doces melodias vocais. Entre as canções mais cativantes estão ‘‘Friendly Ghost’’, ‘‘Gary Human Bones’’, ‘‘Someday Soon’’, ‘‘Tila and I’’ e ‘‘Three Legged Dog’’. Aqui, a famosa síndrome do segundo disco – aquele que afirma ou afunda o artista – foi driblada com classe.

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