PILHA
Bandas e baladas
A banda Grenade toca neste domingo na Av. Faria Lima, 486, em frente ao Lago Igapó 3. É o grande show do fim de semana no circuito rock, em Londrina, cujo roteiro começa a se movimentar a partir de hoje com a festa Singles Party. A novidade do show do Grenade é que Rodrigo Guedes, líder da banda, vai mostrar as composições inéditas do novo álbum, que deve sair até o final do ano. A Singles Party, por sua vez, terá shows das bandas Snowblind, The Singles e 80 Outra Vez. A noitada acontece na Rua Araçatuba, 91, ao lado do Armazém da Moda. Os ingressos estão à venda a R$ 5,00. Para amanhã, a programação anuncia a festa Alta Fidelidade, que contará com shows das bandas Chernobils e Flattermaus, além de discotecagem de Rubão, Boobarella, Alexandre H. e Claudio Yuge. A balada acontece na Chácara Éden, no Jardim Bella Suiça, em Cambé. Os ingressos custam R$ 10,00 e estão disponibilizados nas lojas Maha e MT3 Skate Shop.
A volta da Plebe
A sumida banda Plebe Rude está voltando ao mercado fonográfico. Seu próximo álbum, R ao Contrário, vai vir encartado na próxima edição da revista Outra Coisa, que chega às bancas no dia 11 de setembro. O CD traz 12 faixas inéditas, com exceção de Voto em Branco, composta em 1980 e gravada pela banda com participação de Fê Lemos, que tocou nas bandas Aborto Elétrico e Capital Inicial. A formação atual da banda brasiliense conta com Clemente, líder do lendário grupo punk Inocentes.
DISCOS
Decalque desbotado
Boy Kill Boy é mais uma banda britânica irrelevante elevada ao panteão dos deuses pelos resenhistas deslumbrados. A canção Suzie, que estourou nas paradas, dá bem a medida da indigência musical exposta ao longo das faixas do recém-lançado álbum Civilian. É o disco de estréia dos rapazes, um decalque desbotado de grupos como The Killers e The Editors. Numa palavra, lixo.
Acid folk
Não há nada que aproxime a banda Espers, da Filadélfia (EUA), das tendências em voga no planeta pop. No álbum intitulado simplesmente II, seus músicos executam folk com influências do psicodelismo anos-60 e do rock progressivo. O disco traz sete faixas longas e cadenciadas que se apóiam em violões, cellos, theremin e efeitos de guitarras para projetar melodias de rara melancolia. Um dos álbuns de 2006.
Nelson Sato
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