Os seriados de TV Missão Impossível, Mannix e Combate foram as primeiras referências de trilha sonora na vida de Guilherme de Martino. O paulista radicado há nove anos em Londrina começou a colecionar discos de trilhas sonoras na década de 70 (o primeiro foi ''Contatos Imediatos do 3º Grau'', cuja trilha foi composta por John Williams). Entre as raridades da coleção destaca ''A Noite dos Mortos-Vivos'' (1990), composta por Paul Mccollough, ainda não disponível em CD.
Martini aprecia o trabalho do maestro italiano Ennio Morricone, autor de mais de 500 trilhas para cinema. ''O talento dele é um fenômeno pela quantidade e qualidade de sua produção. Dificilmente você encontra um trabalho ruim ou que se repetiu'', opina. O designer aponta ''Era Uma Vez na América'' (1984) e ''A Lenda do Pianista do Mar'' (1999) como grandes trabalhos de Morricone. Quincy Jones, a lenda viva da história do jazz, e o argentino Lalo Schifrin também figuram na lista dos compositores preferidos do autor.
Entre os brasileiros, Martino ressalta o trabalho de Tom Jobim (''Orfeu do Carnaval'' - 1959, com Luis Bonfá; ''Copacabana Palace'' - 1963; ''Garota de Ipanema'' - 1967; ''Gabriela'' - 1983) e do violoncelista e compositor Jacques Morelembaum (''O Quatrilho'' - 1994; ''Tieta do Agreste'' - 1996; ''Orfeu Negro'' - 1999 e ''Central do Brasil'' - 1998). (C.V)

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