A dentista Tânia, a farmacêutica Miriam, o analista de sistemas Fábio, o relações públicas Tiago, a empresária Ana Paula, o artista plástico Bruno e a estudante de Artes Cênicas Thais se desdobraram em jornada dupla para participar da competição.
Foram seis meses de ensaios diários - voz às segundas e quartas, dança nas terças e quintas, e participação de eventos nos finais de semana. ''Os integrantes têm aulas de canto e dança desde 2003. Além disso, todos têm aula individual de canto com Walkyria Ferraz'', informa Tânia, que criou o grupo em Presidente Prudente em 1992 e o trouxe para Londrina em 2001.
Mesmo assim, o grupo caprichou em uma performance especial, criada pela coreógrafa Débora Crusiol, e no figurino, assinado por Marina Morales. ''Vemos que os grupos têm se desenvolvido em relação à performance, têm movimentos importantes. Mas os nossos ultrapassaram esses limites. Nós aliamos canto e dança na apresentação'', comentam os integrantes.
Essa performance, de tão diferenciada, precisou ser adaptada para se adequar às regras da competição. ''Nós usamos microfones auriculares, e precisamos adaptar nossa apresentação porque no concurso só era permitido microfone de mão'', observa Tiago.
Tânia reconhece que a parte cênica também pode ter sido um diferencial importante para a boa pontuação do grupo, aliado ao suingue ''que só os brasileiros têm''. ''A nossa voz é livre, e eles gostaram disso e da nossa alegria de cantar'', comenta, sem querer revelando outro diferencial importante do grupo: o prazer em compartilhar a alegria. (A.I.)

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