"A linguagem do Teatro do Oprimido, do teatro popular, amplia a comunicação com as pessoas que têm menos acesso ao teatro. A mostra que realizamos há nove anos também dá visibilidade a vários trabalhos interessantes, inclusive a nossa peça 'Café Quente em Noite Fria', que estreou em 2009, foi convidada a participar da Mostra Latino-Americana de Teatro de Rua. Hoje o Filo valoriza mais os grupos locais e há demanda para isso. Sou londrinense de coração."
Nádia Burk - produtora cultural

"O Festival de Blues tem sido um sucesso e esperamos ampliar na próxima edição a parte pedagógica e os shows abertos em espaços públicos. O blues não é um estilo de música que atraia multidões, é um público mais restrito que curte, mas a demanda me surpreendeu. Sou muito grato a Londrina e é difícil explicar o seu 'segredo'. Acho que o Filo, o curso de artes cênicas, o empreendedorismo da sua formação acabam por influenciar o ritmo cultural da cidade, que tem um know-how na área de cultura respeitado nacionalmente."
Kiko Jozzolino - músico e produtor cultural

"O Festival de Música Instrumental foi pensado em atrair para esse estilo uma galera mais jovem, já que o Festival de Música tem um enfoque mais pedagógico e clássico. A ideia é ocupar espaços públicos, alternativos, e valorizar os grupos locais. Londrina é especial no campo das artes, mas acho que é preciso investir mais no acesso das pessoas à efervescência cultural, até mesmo para a formação de público. Aqui a área acadêmica é muito forte e não dá para negar a grande contribuição do Filo."
Gisele Almeida - cantora e produtora cultural

"Acho que o Demo Sul é o festival mais eclético que Londrina tem e o foco principal é o público universitário. Esse tipo de evento fomenta a cadeia produtiva da cidade, incentiva a produção de discos independentes e até mesmo o turismo. Promove um importante intercâmbio de ideias e estilos que beneficia a cidade."
Marcelo Domingues - produtor cultural

"O sucesso do Encontro de Contadores de Histórias mostrou que há uma ânsia das pessoas pela oralidade, pelo poder da palavra falada, por se permitir ouvir, comungar uma história. Fizemos apresentações em escolas, teatros, asilo e a satisfação foi geral. Londrina tem um público diferenciado e acho que o Filo teve influência direta nisso. A cidade também foi formada por uma mistura de raças e isso deu um caldo bom. Todos contribuíram para essa efervescência cultural."
Claudia Silva - jornalista e produtora cultural

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