Leandro Calixto
TV Press
O irreverente Otávio Mesquita, que apresenta o reformulado ‘‘Programa Livre’’ às sextas, acredita que está atingindo um público mais abrangente que seu antecessor Serginho Groisman. ‘‘O Serginho é um profissional mais sério e fazia um programa basicamente dirigido ao público jovem. Eu procuro atingir todas as faixas’’, garante Otávio, que também atua como ‘‘repórter-penetra’’, invadindo as festas e casas de artistas, no ‘‘Domingo Legal’’, comandado por Gugu Liberato.
Nome: Otávio Zanneti Mesquita.
Nascimento: Na cidade de Guarulhos, São Paulo, em 20 de julho de 1959.
Primeiro trabalho na tevê: Como repórter da Band no baile de Carnaval do Scala, no Rio de Janeiro, em 1984. ‘‘Aquela aparição acabou me projetando nacionalmente.’’
Quem gostaria de entrevistar: O apresentador Cid Moreira. ‘‘O Cid tem muitas histórias. Um dia ainda pego ele.’’
Entrevista que mais gostou de fazer: Os bastidores da festa de lançamento da novela ‘‘Terra Nostra’’. ‘‘Consegui entrevistar um monte de gente da Globo. Nem a diretora-superintendente, Marluce Dias, deixei escapar.’’
O que gosta de ver na tevê: Os programas ‘‘Domingo Legal’’ e ‘‘Jô Onze de Meia’’.
O que não gosta de ver na tevê: Programas de culinária. ‘‘São todos iguais.’’
Ídolo na tevê: Sílvio Santos. ‘‘É o pai de todos apresentadores de auditório.’’
Livro de cabeceira: ‘‘Trilogia de Nova Iorque’’, do romancista americano Paul Aster.
Personalidade: O governador de São Paulo, Mário Covas. ‘‘O seu governo não atravessa um bom momento. Mas ele é um dos poucos políticos sérios de nosso país.’’
Projeto para o futuro: ‘‘Resgatar no próprio SBT o programa ‘Perfil’, para ser exibido no início das madrugadas.’’

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