A primeira prova real de que a lendária figura do Rei Arthur pode realmente ter existido foi encontrada nas ruínas do Castelo de Tintagel, na costa norte da Cornualha, a 370 km a sudoeste de Londres.
Famoso por ser o lar de Camelot, o achado de Tintagel é um pedaço de ardósia que data do século VI, marcado com uma inscrição em latim, que traduzida é Artognou, pai de um descente de Cool, fez isto. O nome, que se pronuncia Arthnou, é tão similiar a Arthur que pode se referir ao antigo Rei do que é hoje a Grã-Bretanha. As ruínas do Castelo de Tintagel ficam abertas diariamente e podem ser obtidas mais informações pelo tel. 01840-770328.
O único edifício do século 20 dedicado à lenda do Rei Arthur encontra-se também em Tintagel. Os Great Halls do Rei Arthur foram construídos em 1933 com granito da Cornualha pelo empresário milionário Frederick Glasscok. Contêm 73 janelas com vitrais baseados no tema do Rei Arthur, feitos por Veronica Whall, aluna de William Morris; um trono e távolas redondas de granito.
Um show de luzes, narrado pelo ator Robert Powell, conta a história de Arthur, desde o seu nascimento até a sua batalha final. O diretor Mike Godwin afirma: ‘‘A recente descoberta no Castelo de Tintagel reforça a afirmação do descobridor, Glasscock, de que a lenda do Rei Arthur deve ser mantida viva para gerações futuras.’’ Encontra-se aberto diariamente. Informações: 01840-770526.
Uma nova exposição apresenta a história do Rei Arthur através dos vários filmes feitos sobre ele, seus cavaleiros, Camelot e a távola redonda. ‘‘Quest for Camelot’’ encontra-se no Museu da Imagem em Movimento, em Londres, até 18 de novembro. O Museu abre todos os dias. Informações pelo tel. 0171-401-2636.

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