Mat­ma­ta - Pe­chin­char faz par­te da cul­tu­ra ára­be. Não fi­que cons­tran­gi­do: fa­ça uma con­trao­fer­ta até 80% me­nor que o pre­ço pe­di­do. Se mos­trar de­sin­te­res­se, me­lhor. Qua­se sem­pre sua su­ges­tão se­rá acei­ta. E, ain­da as­sim, o ven­de­dor te­rá fei­to um óti­mo ne­gó­cio. À par­te as quin­qui­lha­rias tu­rís­ti­cas de pra­xe (­ímãs de ge­la­dei­ra, mi­nia­tu­ras e por aí vai), há pro­du­tos que vo­cê te­rá de com­prar por lá. Eis al­guns:

■ Azei­te: a Tu­ní­sia é gran­de pro­du­to­ra de azei­te de oli­va. Há cam­pos de oli­vei­ras pe­las es­tra­das e, em Doug­ga, vo­cê ve­rá al­gu­mas es­pa­lha­das pe­las ruí­nas. Re­sis­ta à ten­ta­ção de pro­var a azei­to­na in na­tu­ra. O gos­to não é na­da agra­dá­vel;

■ Tâ­ma­ras: são en­con­tra­das por to­da par­te, em ár­vo­res que se pa­re­cem com pal­mei­ras ou nas ca­sas de co­mér­cio. Ven­di­das em cai­xas pa­ra fa­ci­li­tar o trans­por­te;

■ Ha­ris­sa: fei­ta com pi­men­ta e es­pe­cia­rias, a pas­ta pi­can­te cos­tu­ma ser ser­vi­da co­mo en­tra­da em vá­rios res­tau­ran­tes. Co­lo­que azei­te em vol­ta e co­ma com pão, de­va­gar (é pi­can­te, lem­bra?). Nas ci­da­des maio­res, po­de ser en­con­tra­da em lo­jas tu­rís­ti­cas ou nos mer­ca­dos, por um pre­ço bem ­mais em con­ta;

■ Len­ços di­ver­sos: vo­cê vai en­lou­que­cer com os len­ços co­lo­ri­dos. Os pa­les­ti­nos, su­per na mo­da, po­dem ser en­con­tra­dos por até 4 di­na­res – cer­ca de R$ 6. Quan­to ­mais vo­cê le­var, ­maior o po­der da pe­chin­cha;

■ Mão de Fá­ti­ma: tam­bém co­nhe­ci­da co­mo Ham­sá, sim­bo­li­za a mão pro­te­to­ra de uma das fi­lhas do pro­fe­ta Mao­mé. Os mu­çul­ma­nos ­usam co­mo ta­lis­mã. (A.M./Agên­cia Es­ta­do)

mockup