Passarela do Álcool e barracas são os locais da agitação
Apesar de ser o forte da cidade, não é só axé o que se ouve em Porto Seguro. A partir das 17h começa a agitação na Avenida Portugal, há mais de 20 anos conhecida como Passarela do Álcool por concentrar bares, restaurante e barracas de bebidas decoradas com frutas tropicais, que vendem o tão conhecido Capeta. O Capeta, bebida mais pedida na região e que ajuda a levantar o ânimo dos turistas, não é a única opção. Existem muitas outras, menos conhecidas, mas não menos estimulantes, como o Orgasmo, a Lua de Mel, o Beijo na Boca, o Tira Chifre e a Espanhola. É só escolher.
Nos bares e restaurantes da Passarela do Álcool o que se escuta é muita Música Popular Brasileira. Em alguns locais é possível comer uma boa Moqueca as de peixe e camarão são as mais pedidas ao som de voz e violão. Se tiver sorte, ainda pode-se escutar um bom jazz. O cardápio vai desde comidas típicas à cozinha internacional.
Antes, ou mesmo depois, de aportar em algum lugar para jantar e relaxar, não deixe de passear pela Passarela. Em meio aos restaurantes e barracas de bebidas, camelôs, boutiques e lojas de artesanato vendem roupas, bolsas, redes e lembranças da cidade. No entanto, o que chama a atenção não é apenas o comércio e a comida, mas a arquitetura, que não poderia ser mais charmosa: casinhas coloniais e coloridas enfeitam toda a avenida, numa profusão de cores e sabores.
Às 23 horas, a Passarela do Álcool começa a fechar as suas portas, pois começa o agito nas Barracas de Praia, certamente muito diferente das que se encontram pelo País afora. A Axé Moi, por exemplo, possui 30 mil metros quadrados, reunindo, inclusive, serviços terceirizados, como as barracas de Pastel, Sucos e Caldos, Sorvetes, entre outras.
Nos luaus promovidos por estas barracas também é possível esconder-se do axé. Pensando na satisfação completa dos turistas, as barracas prepararam alternativas para festas que acontecem à noite. A maioria possui uma pequena danceteria, um espaço para MPB e, algumas, uma área reservada para o pagode. Afinal, depois de alguns dias ouvindo axé, axé e mais axé, nada melhor do que descansar os pés, as cadeiras e os ouvidos. (C.N./AE)





