Outra escola bastante procurada é o Colégio Estadual Newton Guimarães, em atuação há 62 anos. Com 1.200 alunos nos três períodos, a escola recebe em média 500 solicitações de vaga por ano. Do início deste ano até agora, 150 alunos conseguiram ser inseridos, conforme informações da secretaria da escola.
  A vice-diretora Marilyn Beloni Laureano salienta que um dos diferenciais do colégio é participação da comunidade, através da Associação de Pais, Mestres e Funcionários (APMF), que organiza promoções e se mobiliza para angariar fundos para as mais diversas necessidades do colégio, desde sabonete líquido até fotocopiadora. ‘‘Foi assim que conseguimos o nosso sistema de segurança com câmeras e até reformar a entrada da escola, que agora tem guarita e portão eletrônico, e uma parte estrutural da nossa quadra de esportes, melhorando a ventilação do local’’, aponta.
  Esse recurso extra também é essencial para sanar itens básicos de manutenção da escola: ‘‘Não deixamos os problemas se acumularem, como vidraças quebradas, maçanetas que precisam ser repostas, lâmpadas queimadas, evitando assim o sucateamento da nossa estrutura’’, complementa a diretora Ana Isabel Betin.
  O cuidado com os alunos também é outro ponto forte. ‘‘Ficamos em cima e às vezes eles chegam a dizer que estão sendo ‘perseguidos’, mas, se para eles cuidar é ‘perseguir’, então estão sendo ‘perseguidos’, brinca Marilyn.
  A preocupação pedagógica também é constante. ‘‘Buscamos o comprometimento de toda a equipe e desde o início do ano estamos participando de um grupo de estudo sobre as teorias pedagógicas em parceria com a UEL, que acontece aqui na escola na última sexta-feira do mês’’, comenta a vice-diretora.
  Prova da organização administrativa do colégio foi a viabilização de duas salas de 6ªsérie com turmas de até 25 alunos para atender melhor dois alunos especiais: um com um tipo de deficiência visual e uma aluna cadeirante.

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