Nova York -Vem aí mais um episódio bizarro na história de Michael Jackson. Jack Gordon, o ex-empresário e marido de LaToya Jackson, está finalizando um livro que promete revelar uma enxurrada de podres sobre a família. O empresário de reputação duvidosa está procurando uma editora disposta a publicar ''The Jackson Family: The True Story of the Most Powerful Family in the Music Industry'', mas já avisou que, se ninguém se interessar, vai lançar a ''obra'' na internet em março.
Gordon foi casado com LaToya durante seis anos - período em que ela fez turnês em clubes de strip-tease nos Estados Unidos, lançou um serviço de previsões astrológicas e abriu a boca na imprensa sobre a família, entre outras ''belezas''. O casamento terminou em briga, com ambos os lados alegando violência. Gordon chegou a ser preso por tentar subornar uma autoridade em um incidente envolvendo jogatina em Las Vegas e depois virou o empresário de nomes como Paula Jones, Lorena Bobbit (aquela que cortou o pênis do marido) e um cantor que diz ser filho bastardo de Elvis Presley.
''Já tive câncer quatro vezes e não sei o quanto tempo tenho de vida'', disse o empresário ao jornal ''New York Post''. ''Por isso tenho que contar o que sei logo.'' Entre as revelações, estão algumas que já circularam na imprensa e outras que parecem tiradas da imaginação dele.
Gordon diz que Michael Jackson batia em Bubbles, seu chipanzé de estimação, que morreu no fim dos anos 80. De acordo com ele, o cantor dava socos no estômago e tapas na cara, para ''disciplinar'' o animal. Outra acusação é a de que ele teria pago US$ 15 milhões para Lisa Marie Presley se casar com ele, além da promessa de cuidar da carreira de cantora dela. A segunda mulher de Jacko, Dabbie Rowe, também teria ganhando um valor alto.
Há ainda acusações de que Jackson injetava diariamente um líquido branco nas veias para clarear a pele e que chegou a realizar rituais de voodoo em sua mansão na Califórnia.
Segundo o advogado de Jackson, John Branca, as afirmações não passam de fantasia. ''Veja bem de onde estão vindo essas alegações'', disse ao ''New York Post''. ''Ninguém acreditaria em algo vindo da boca de Jack Gordon.'' Ele não falou se há planos para tentar bloquear legalmente a publicação do livro, que deve chamar atenção mesmo com a falta de credibilidade do autor.

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