Para repor as energias: pamonha e rapadura
Iguarias da culinária nordestina combinam com festa junina. Quem viajar a Campina Grande neste mês encontrará uma infinidade de delícias feitas à base de milho e mandioca, como a pamonha e a tapioca.
Mas atenção aos nomes para não escolher errado. O que para nós é curau para eles é canjica. E se você pensa que ao pedir um pé-de-moleque você comerá aquele doce duro feito com amendoim e açúcar, se engana. Mais parecido visualmente com um bolo de chocolate, o pé-de-moleque da Paraíba leva massa de mandioca, rapadura, cravo, canela, erva doce e castanha de caju. Um verdadeiro manjar dos deuses.
Quentão lá, nem pensar. O São João campinense é regado a muita cachaça, destilada nos engenhos da região. Pode-se apreciá-la pura ou nas capifrutas, um tipo de batida que leva pinga, frutas típicas e leite condensado.
Na hora do almoço, a sugestão é provar a carne de bode, bem mais macia que a bovina, com direito a todos os exóticos sabores dos acompanhamentos típicos. Tem feijão-verde, farofa dágua, pirão de farinha de mandioca com caldo de bode, rubacão (arroz, feijão, carne de charque e queijo de coalho). E, para quem gosta de carne branca, a dica é galinha caipira, de dar água na boca.
A comida lá leva bastante tempero e não é nada light, mas nem se preocupe com isso, pois as calorias desaparecem quando o forró começa a esquentar.





