Ir à Exposição de Londrina e não comer churros ou maçã do amor é o mesmo que não ter ido. Mas a Expo oferece também muitos outros tipos de quitudes: até acarajé legítimo - recheado com camarões - preparados por baianas idem. Estes, aliás, trazem a grande vantagem de serem grátis, distribuídos todos os dias, às 18 horas, no estande da Bahia.
Mas se o bolinho baiano não for a escolha preferida, tudo bem. Pode-se encontrar de tudo. Tem desde espetinhos de carne (bovina, suína e frango), a preço médio de R$ 1,00, até lanche natural, a R$ 1,50, passando também por crepes (R$ 1,50), cachorro-quente (entre R$ 1,50 e R$ 2,00 - este no sistema self-service, com vários tipos de molhos), cheese-saladas e cheese-frango (entre R$ 1,50 a R$ 2,00), sanduíches de picanha e de filet (entre R$ 2,00 e R$ 3,00), batatas fritas, cocadas e pipocas de microondas (R$ 1,00 cada porção).
Nesta área, duas novidades na feira estão fazendo sucesso. Uma é o estande que vende cordonas e perdizes recheadas com farofa ou a passarinho. Uma codorna assada, com farofa, custa R$ 3,00; e a perdiz, R$ 5,00. A outra novidade é a barraca com produtos de milho - bolo, pamonha, curau, cuscuz e suco. Uma pamonha e um suco custam R$ 1,00 cada. O bolo inteiro (uma delícia) custa R$ 3,00.
Já as lanchonetes estão cobrando em média R$ 15,00 pelas porções de alcatra, picanha, peixe, pernil, lombo e calabreza, acompanhadas por mandioca, pão, farofa e vinagrete.
Depois de tudo isto, uma advertência. Se você ainda não provou nada, não queira tirar o atraso aproveitando estes dois últimos dias da exposição. Tudo bem que a feira termina amanhã, mas seu sistema digestivo pode cobrar o preço na segunda-feira. Escolha os petiscos que mais lhe agrade agora, e deixe o resto para o ano que vem.

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