‘‘Pre­ci­sa­mos mu­dar nos­sa men­ta­li­da­de, ar­ru­mar em­pre­go não é o úni­co ca­mi­nho pa­ra se­guir na vi­da, tam­bém pos­so ­criar mi­nhas opor­tu­ni­da­des.’’ Es­sa afir­ma­ção é do pre­si­den­te do Con­gres­so Mun­dial de Re­cur­sos Hu­ma­nos ­Luiz Ed­mun­do Pres­tes Ro­sa, que es­te­ve re­cen­te­men­te em Lon­dri­na. Pa­ra ele, o tra­ba­lha­dor de ho­je pre­ci­sa não ape­nas in­ves­tir na edu­ca­ção, mas tam­bém ter um per­fil em­preen­de­dor.
  Pa­ra o es­pe­cia­lis­ta em ges­tão de pes­soas, os bra­si­lei­ros não de­vem fi­car es­pe­ran­do co­lo­ca­ções no se­tor pú­bli­co, tão al­me­ja­do pe­la es­ta­bi­li­da­de e me­lhor re­mu­ne­ra­ção. Até por­que es­se se­tor não te­ria con­di­ções de abar­car to­da a de­man­da.
  Con­si­de­ran­do fun­da­men­tal a ­ação dos em­preen­de­do­res pa­ra o de­sen­vol­vi­men­to do ­País, sua opi­nião vem de en­con­tro às ini­cia­ti­vas da Ju­nior Achie­ve­ment que des­de a edu­ca­ção in­fan­til ofe­re­ce pro­gra­mas edu­ca­cio­nais que pro­mo­vem a cons­ciên­cia em­preen­de­do­ra e sem ge­rar cus­to al­gum pa­ra as ins­ti­tui­ções de edu­ca­ção par­ti­ci­pan­tes.



‘‘A minha função principal era no Recursos Humanos, mas procurei contribuir em outras funções também. Foi uma experiência bem legal e compreendi os conceitos que fundamentam a formação de uma empresa. No começo não queria muito participar, mas aprendi muitas coisas e foi divertido.’’
Larissa Pires, 16 anos

‘‘Fiz parte da produção e o programa introduz você na realidade nada fácil do empresário, na estrutura que está por trás. Aprendi a lidar melhor com as pessoas e a ter mais iniciativa ao invés de ficar esperando que os outros façam o que é necessário.’’
Rafael Gomes, 17 anos

‘‘Aprendi mais sobre o empreendedorismo e de uma forma bastante prática, o que foi novidade. Participar do programa é um jeito de entrarmos no mercado de trabalho e isso poderá contribuir no meu currículo. Trabalhar em grupo também foi um desafio e tive que desenvolver a paciência.’’
Victor Augusto Pacheco, 16 anos

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