Bailarina, cozinheiro, veterinária, bombeiro, pedreiro, médico, mergulhador, professora, dentista, encanador... São infinitas as possibilidades de profissão. Aliás, hoje em dia, também profissões que não exigem curso superior, como mestre-de-obras, estão sendo cada vez mais requisitadas – a demanda é grande e a oferta é pequena.
  E essa escolha não é nada fácil. Pensar nisso desde criança ajuda um pouco a vislumbrar como nos sentiríamos exercendo determinada profissão. Conhecer o local de trabalho e a rotina específicos de cada profissional também colabora nessa ginástica mental que acaba tendo que ser definida de certa forma na hora do vestibular.
  O mais importante, independente da profissão escolhida, é aprender a se conhecer e a valorizar as aptidões que naturalmente vão se apresentando no decorrer da vida. Virar gente grande exige esse autoconhecimento, que ajuda a diminuir as possibilidades de fazermos escolhas erradas na hora de trabalhar.


O que você quer ser quando crescer?

  ‘‘Gostaria de ser policial, bombeiro ou engenheiro. Não tenho medo de fogo e acho que poderia dar um ótimo bombeiro. Também achei muito legal a visita aqui e gostei quando a gente segurou a mangueira, que é enorme e pesada.’’
André Felipe Greco Correia, 5 anos

  ‘‘Gostaria de ser bombeiro, porque ajuda as pessoas, ou professora, porque ensina coisas boas às crianças. Gostei de cantar para os bombeiros hoje e não fiquei com vergonha.’’
Ludmilla Milena Rocha, 5 anos

  ‘‘Não sei se tem bombeiro mulher, mas é uma profissão que gostaria de ser porque salva as pessoas. Penso em também ser costureira, que é a profissão da minha mãe. Do dia de hoje o mais divertido foi a hora que seguramos a mangueira.’’
Giovana Rafaela dos Santos Pinto,
5 anos

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