PALAVRA DE ESTUDANTE
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 06 de agosto de 2007
Ana Paula Nascimento<br> Reportagem Local 
No Brasil, não nos falta bons exemplos de bailarinas de balé clássico que são referências de excelência na área da dança. Entre elas, estão Ana Botafogo e Cecília Kerche, ambas primeiras bailarinas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Sinônimo de arte da disciplina e dedicação, o balé mexe com a nossa memória afetiva, nos levando à infância quando nos encantávamos com a pequena bailarina de pontas que rodava em caixinhas de música. Quase uma imagem etérea, assistir a um espetáculo de dança clássica nos transporta ao mundo dos sonhos.
Outras formas de dança também podem ter esse poder. A dança acentua a sensibilidade, além de provocar com a movimentação corporal uma liberação de energia que nos deixa mais leves e felizes.
Qual a importância da dança na sua vida?
É uma forma de expressão, lazer, de mostrar algo bom que eu sei fazer. Por fazer parte de uma escola que tem um projeto beneficente, tenho um motivo ainda maior para continuar dançando
Eloisa Ambrosio, 15 anos
Fazer aula de balé me ajudou a perder a vergonha de dançar. Aprendi a ter leveza, a ser mais educada. Às vezes sinto um pouco de dor, mas fico feliz quando consigo realizar os movimentos mais difíceis
Luiza Callado, 13 anos
Quando danço, sinto que é um momento particular muito especial. Me sinto livre, uma estrela. Simplesmente adoro dançar. O projeto beneficente também é muito legal: mostramos o nosso talento artístico e ainda ajudamos os outros
Isabela Franchello, 12 anos


