Facilitar o ingresso do jovem no mundo do trabalho, como meio de transformar a sua realidade pessoal e social, é um dos grandes desafios do nosso tempo. Mas não se trata apenas de gerar empregos. Trata-se de permitir a formação profissional do jovem, sem comprometer os seus estudos e o seu desenvolvimento como pessoa. Trata-se de permitir a geração de renda, sem comprometer a empregabilidade futura e os ganhos de amanhã.
A Lei 10.097, de 19 de dezembro de 2000, explicita disposições da Constituição Federal Brasileira, do Estatuto da Criança e do jovem - ECA e altera a Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT, de 1943, dando nova regulamentação à aprendizagem.
Dessa forma, jovens de 14 a 24 anos têm mais oportunidades de garantir a sua primeira chance de emprego e ir adquirindo gradativamente experiência profissional. Mas para gerar mais emprego aos jovens é necessário que o empresariado brasileiro também se conscientize da importância desse investimento, pois está nas mãos dele a porta de entrada para um futuro melhor dos nossos jovens. Vale a pena conferir o site www.leidoaprendiz.org.br para saber mais informações sobre esse nova lei.


Você gostaria de estar trabalhando?

  ‘‘Eu já trabalhei como secretária em uma escola de aviação e agora estou à procura de um novo emprego. Acho muito importante ter o meu próprio dinheiro e não depender dos meus pais. É difícil para o jovem conseguir emprego, normalmente ele depende de alguma indicação. E é possível estudar e trabalhar’’
Naira Franco Oliveira, 14 anos

  ‘‘Eu ajudo meu pai na loja dele e recebo por isso, mas gostaria de ter um outro emprego, com carteira assinada, que não tivesse vínculo familiar. Acho que iria me desenvolver mais e estaria mais preparado quando terminasse uma faculdade’’
Gabriel Bugelle, 15 anos

  ‘‘Acho bom a gente começar a trabalhar cedo, porque como homens, futuros mantenedores de uma casa, precisamos ter experiência. Eu nunca trabalhei, mas estou me preparando para isso. Vou fazer um curso profissionalizante no Senac para ter mais conteúdo no meu currículo. Não sair só com a cara e a coragem’’
Lucas Henrique Silva, 14 anos

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