Ainda é comum as escolas organizarem gincanas culturais que incluem a arrecadação de alimentos para entidades filantrópicas e divertindo-se, acaba por se aprender que vale a pena associar gestos solidários com nossas ações do cotidiano. Lembro com saudades da minha época escolar em que quase no final do término do prazo para a entrega de alimentos, durante a gincana, a equipe da qual eu fazia parte liderou a pontuação por ter conseguido a doação de um caminhão de sacas de arroz. Foi uma correria para que o caminhão chegasse a tempo, já que o cereal vinha de uma cidade próxima, mas a cena ficou em minha memória e até hoje vejo nitidamente aquela cena do caminhão chegando, repleto de alimentos que beneficiariam tanta gente. Claro que a pobreza é um problema mundial e multifatorial, mas aprendi naquela ocasião que cada um de nós pode fazer a diferença no local em que está.
Você já participou de alguma ação voluntária?
''Teve uma vez em que eu juntei uns brinquedos e roupas que não usava mais e doei para quem estava precisando. É bom esse tipo de atitude, pois é uma forma de ajudar quem está necessitando. Se todo mundo fizesse a sua parte, acredito que diminuiria a pobreza e a miséria do mundo. Ainda penso em me envolver com algum projeto fixo no futuro.'' Hellyda Fernandes Leccoman, 11 anos


Você já participou de alguma ação voluntária?

  ‘‘Teve uma vez em que eu juntei uns brinquedos e roupas que não usava mais e doei para quem estava precisando. É bom esse tipo de atitude, pois é uma forma de ajudar quem está necessitando. Se todo mundo fizesse a sua parte, acredito que diminuiria a pobreza e a miséria do mundo. Ainda penso em me envolver com algum projeto fixo no futuro.’’
Hellyda Fernandes Leccoman, 11 anos

  ‘‘Sim, pois eu faço parte dos Vicentinos (grupo que presta assistência e solidariedade) há mais de três anos. Vou de casa em casa ajudando a distribuir as cestas básicas. Tudo começou quando eu conversei com minha amigas e nós decidimos participar todas juntas. Falei para meus pais e eles me incentivaram. Como eu mudei há pouco tempo de bairro, ficou um pouco difícil, mas quero voltar. Dá muita pena ver que as pessoas passam fome. Às vezes a gente reclama da comida que temos em casa enquanto tem gente que nada tem para comer.’’
Mayara Joyce Guassu de Amorim, 12 anos

  ‘‘Não participo de nenhuma atividade voluntária, mas quando passam em casa pedindo comida ou roupa usada eu dou. Tenho vontade de participar de algum grupo, pois se eu ajudasse sempre as pessoas eu seria mais feliz. Fazer as pessoas mais felizes me deixaria mais realizada. Na igreja tem algumas pessoas que arrecadam alimentos e não têm vergonha disso. Achei bastante interessante. Penso em participar do grupo, pois algum dia eu posso precisar de doações.’’
Stefany Cristina Araújo Tavares, 11 anos

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