Além de Naomi Klein e de Chomsky, outras personalidades internacionais já foram confirmadas para o Fórum Social Mundial. A lista inclui, entre outros, Michael Hardt (co-autor do badalado livro ‘‘Império’’), Rigoberta Menchu (Prêmio Nobel da Paz de 1992 por sua luta em defesa de povos indígenas na Guatemala), René Passet (autor de ‘‘A Ilusão Neoliberal’’), Gioconda Belli (ex-guerrilheira sandinista que vem lançar seu livro de memórias), Tariq Ali (escritor paquistanês), IrSne Fernandez (líder da luta das mulheres trabalhadoras e imigrantes da Malásia) e Boaventura de Sousa Santos (pensador português que ganhou o Prêmio Jabuti, no Brasil, com o livro ‘‘Crítica da Razão Indolente’’).
Boaventura virá lançar a coleção ‘‘Reinventar a Emancipação Social: para Novos Manifestos’’, que será publicada pela editora Record ao longo do ano. A série abrange sete títulos e reúne textos sobre democracia, sistemas alternativos de produção, multiculturalismo, biodiversidade e novo internacionalismo. Um dos volumes traz entrevistas com líderes de movimentos de base.
O Fórum contará também com a presença de ilustres da intelligentsia brasileira, entre eles Leonardo Boff (um dos expoentes da Teologia da Libertação), José Luis Fiori (festejado sociólogo carioca que ganhou os holofotes como o mais combativo crítico da era-FHC), Maria da Conceição Tavares (economista), Paulo Eduardo Arantes (professor de Filosofia da USP e editor da coleção de livros ‘‘Zero à Esquerda’’), Roberto Schwarz (ensaísta e professor de Teoria Literária) e Alfredo Bosi (crítico literário e editor da revista Estudos Avançados, da USP).

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