Os projetos de Ingra
Uma equipe de cinema é sempre muito grudada. É um trabalho em que as pessoas se conhecem de verdade. Por isso é preciso se doar. Esta é a visão da atriz Ingra Liberato sobre o projeto que vem roubando boa parte de seu tempo. E que vem conquistando cada vez mais essa baiana de 34 anos, que se tornou conhecida na televisão como a Ana de Nazaré da novela A História de Ana Raio e Zé Trovão (TV Manchete).
Além da atuação em Londrina, Ingra Liberato está envolvida em vários projetos cinematográficos. Um deles é o filme Eu Não Conhecia Tururu, no qual ela interpreta a irmã mais nova da atriz Florinda Bolkan. A produção, apresentada este ano no Festival de Gramado, está para ser lançada no mercado.
Outros dois trabalhos da atriz no cinema são Histórias da Bahia, em fase de finalização, e O General, filme de Fábio Carvalho rodado em Belo Horizonte, no qual a atriz interpreta uma bailarina. Meu sonho era fazer um filme no qual pudesse dançar, conta Ingra, lembrando que a dança também fez parte de sua formação.
Neste mês, Ingra Liberato vai gravar algumas cenas como a mulher de Oswaldo Cruz no filme Sonhos Tropicais, que está sendo rodado em Castro. Além disso, está fazendo um curta-metragem com alunos de uma faculdade do Rio de Janeiro. Mas a admiração da atriz pelo cinema não está somente em interpretar em frente às câmeras. Ela também está envolvida em dois outros projetos como produtora. No teatro, Ingra Liberato começa a ensaiar, em breve, a peça Quase Impossível, texto de Marcelo Rubens Paiva e direção de Rafael Ponzi, com estréia prevista para janeiro.
A atriz teve sua primeira participação na telinha na novela global Tieta. Trabalhou ainda em Pantanal (como Madeleine), na minissérie O Canto das Sereias (ambas na Manchete) e na produção global A Indomada. Afastada da tevê desde o ano passado, quando fez sua última novela, Louca Paixão (Record), ela diz sentir saudades do trabalho na telinha. Mas estou aproveitando esta fase que o cinema tem me proporcionado, comenta. (J.S.)





