Operadoras têm regras para celular no exterior
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terça-feira, 22 de março de 2005
Karen Abreu<br> Agência Estado 
São Paulo - Não basta ser encontrado 24 horas por dia durante os sete dias da semana apenas em solo brasileiro. Para os ''celularemaníacos'' aqueles sujeitos ávidos por novidades e que testam todo tipo de produto oferecido pelas empresas de telefonia móvel ou para aqueles profissionais que têm de estar acessíveis o tempo todo, inclusive durante as viagens ao exterior, o serviço de roaming internacional pode ser um dos grandes atrativos oferecidos pelas operadoras.
Mas não é só chegar num outro país e simplesmente sair usando o telefone celular. Primeiro, é preciso ter uma linha pós-paga. Depois, verificar se a tecnologia do aparelho é usada no país para o qual se está viajando.
Clientes da Vivo que utiliza a tecnologia CDMA 3G que forem à Europa e Oceania, por exemplo, precisam pegar emprestado com a operadora um outro telefone, compatível com o sistema dessas regiões. O aparelho, no entanto, estará configurado com o número que o cliente usa no Brasil.
Há, ainda, a questão da frequência na qual o aparelho funciona. Na maioria dos países, um telefone tri-band (que funciona em três faixas de frequência), como os fabricados mais recentemente no Brasil, funciona sem problema.
Depois de verificar tudo isso e também solicitar a ativação do serviço na operadora , não deixe de pesquisar os preços cobrados pelas companhias telefônicas para ligações feitas de celular utilizando roaming internacional.
As tarifas praticadas pela Claro estão disponíveis no site da empresa (www.claro.com.br), enquanto as da TIM precisam ser conferidas diretamente com a central de relacionamento.
A Vivo, por sua vez, conta com um tarifário único para chamadas originadas nos Estados Unidos e na Europa em roaming.
Com esse processo todo e fatalmente tendo de pagar uma conta bem alta na volta ao Brasil , carregar o celular numa viagem ao exterior é mesmo útil ou pode ser dispensável?


