Uma coisa é certa - para se ter bons profissionais é preciso antes de tudo dar-lhes base teórica e prática. A organizadora do Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba, Cloris de Souza Ferreira, bate nessa tecla desde a primeira edição. ‘‘As oficinas continuam sendo o ponto alto’’, orgulha-se. Duas neste ano, são inéditas: Direção de Arte e Cenografia, e Continuidade e Assistência de Direção.
Ainda há vagas para essas e outras: Iluminação Elétrica, Operação de Câmera para Cinema, Montagem para Cinema, Trilha Musical e Captação de Som para Cinema; Produção e Animação. Estão esgotadas as de Interpretação para Atores e de Roteiro. Elas acontecerão entre os dias 5 e 8, nos horários das 9 às 12 e das 14 às 17 horas.
Além desses trabalhos o festival está trazendo para um bate-papo com os interessados, no dia 4, o diretor Luís Carlos Lacerda, que abordará o tema ‘‘Cinema - Arte e Ofício’’. A sessão terá início às 15 horas, no Teatro Paulo Autran.
Dia 6, no mesmo local, o secretário José Álvaro Moisés, titular da Secretaria para Desenvolvimento do Audiovisual, do governo federal, discorrerá sobre os três anos que ainda restam da Lei do Audiovisual e as novas diretrizes do órgão, dará continuidade ao debate que se iniciou no Festival de Cinema de Recife. O encontro com a classe terá dois horários: às 10 e 14 horas.
No dia 7 a representante da Andima, Regina Mader, e a presidente do Sindicato da Indústria Nacional de Cinema, Dulce Continentino, vão mostrar, passo a passo, como encaminhar projetos à Lei do Audiovisual. Também neste caso as sessões se repetem às 10 e 14 horas, no Teatro Paulo Autran.(Z.C.L.)

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