Orlando O grupo Loews Hotels estuda abrir mais dois empreendimentos na Universal Orlando. Enquanto eles não vêm, a aposta é o resort. ''A ocupação (90%) está melhor que esperávamos'', afirmou o presidente da Loews, Jonathan Tisch. A expectativa é que a taxa média seja 80% no fim do ano. Entre os hotéis dali, o Royal é o mais em conta.
Camila Mattar, de 27 anos, aprovou: ''Viemos para cá porque saía quase o mesmo preço de um hotel fora dos parques.'' Uma das primeiras hóspedes do Brasil, ela foi para o resort com a família. ''Não vamos usar carro por dois dias'', festejou.
A Universal Orlando também comemora. Nos três últimos anos, passou de parque, o Universal Studios (aberto em 1990), para destino de férias, com hospedagem e mais diversão. Em 1999, foram inaugurados o Islands of Adventure e o Portofino Bay Hotel. Dois anos depois veio o Hard Rock Hotel.
E, desde 1999, a noite é no CityWalk, onde segue a divisão temática. Há do reggae Bob Marley ao pub Pat O'Brien's. O Latin Quarter toca salsa. A decoração do NBA City remete ao basquete. No Nascar Cafe, o assunto é corrida. Há ainda cinemas e lojas. É tanta luz que você se sente num parque de diversão noturna. Fica até difícil se decidir.
''Temos um destino completo'', disse Tom Williams, presidente da Universal Recreation Group, que cuida dos parques da marca no mundo. ''A pessoa pode aproveitar os brinquedos cedo, voltar para a piscina e depois ir ao CityWalk.'' Ou seja, brincadeira sem fim. Basta escolher em que mundo entrar.
Serviço
A viagem foi oferecida pela Universal Orlando.
Royal Pacific Resort: tel. (00--1407) 503-3001.
Informações no site www.loewshotels.com

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