O teatro de Brecht na Cinemateca
CINEMA O teatro de Brecht na Cinemateca ReproduçãoBertold Brecht: filmografia mostra o dramaturgo também como diretor artístico à frente do Berliner Ensemble Zeca Corrêa Leite De Curitiba A obra de Bertolt Brecht saiu dos palcos para se fixar nos fotogramas do cinema. O dramaturgo alemão que revolucionou a arte teatral em sua curta vida morreu aos 58 anos mas deixou à posteridade um importante legado de humanismo, é tema de uma série de filmes (todos em preto-e-branco) que será exibida a partir de amanhã até quinta-feira da próxima semana, na Cinemateca de Curitiba. A entrada é franca, mas o horário restringirá a presença de interessados. As sessões acontecerão somente no horário das 15h30. O evento foi organizado pelo Instituto Goethe de Munique, comemorando o centenário de nascimento do escritor. Ele reúne a filmografia existente com o objetivo de mostrar a figura de Brecht também como diretor artístico à frente de seu teatro, o Berliner Ensemble, na Berlim Oriental. Ele aceitou o posto em 1947, seis anos antes de sua morte. A mostra inicia com Mãe Coragem e Seus Filhos, de Peter Palizsch e Manfred Wekwerth, rodado em 1961. Tem 148 minutos de duração e legendas em espanhol. Dia 18: A Ópera dos Três Vinténs, de Georg Wilhelm Pabst, de 1931, 131 minutos, com legendas em espanhol. Dia 19 tem programa duplo: Galileu Galilei, de Ruth Berlau, rodado em 1947, 30 minutos. Filme mudo com entretítulos em espanhol; Syberberg Filma Brecht, de H. J. Syberberg, de 1953/93, 90 minutos, mudo, com entretítulos em espanhol. Dia 20: Katzgraben, de Max Jaap e M. Wekwerth, 1957, 96 minutos em pb e cores legendado em espanhol. Dia 21: A Mãe, de M. Wekwerth, 1958, 147 minutos, legendas em espanhol. Dia 22, programa duplo: Mistérios de uma Barbearia, de Brecht e Engel, 1923, 24 minutos, mudo com entretítulos em espanhol; Kuhle Wampe, de Slatan Dudow, 1932, 75 minutos, legendas em espanhol. Dia 23: Filme Particular, desconhecida a autoria da direção. O filme foi rodado entre 1928 e 29, tem quatro minutos, mudo; Homem é Homem, de Werkstatt Brecht, 1931, 15 minutos, mudo; curta-metragem de quatro minutos, mudo, com direção desconhecida, de 1953 e Os Fuzis da Senhora Carrar, de Egon Monk, 1953, 52 minutos, legendado em espanhol. 9º Festival de Teatro de Curitiba: Bertolt Brecht no Cinema. As peças do dramaturgo alemão e breves imagens do escritor estão na série cinematográfica exibida pela Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.174). Sessão às 15h30. Entrada franca.





