Álbum do Boca Livre, "Viola de Bem Querer", após hiato de seis anos
Álbum do Boca Livre, "Viola de Bem Querer", após hiato de seis anos | Foto: Leo Aversa/ Divulgação

Depois de seis anos sem novas gravações, o icônico “Boca Livre” volta a lançar: está disponível a a partir desta sexta-feira (24) em todos os aplicativos de música o álbum "Viola de Bem Querer", e, na próxima semana, o 13º da carreira do grupo, que tem 41 anos de carreira. Nas nove faixas, o quarteto realça a sonoridade que o fez surgir no cenário musical brasileiro de forma ousada e simples, calcada na junção de quatro vozes, de timbres distintos, com violões, viola e baixo, basicamente. O show de lançamento acontece no Rio de Janeiro, em duas datas: 31 de maio e 1º de junho, no Teatro Rival. O álbum está disponível pelo https://ONErpm.lnk.to/BocaLivre

Em atividade desde 1978, o grupo é formado David Tygel (voz e viola de 10), Lourenço Baeta (voz, violão e flauta), Mauricio Maestro (voz e baixo) e Zé Renato (voz e violão). "Suor e prazer, palavras que simbolizam, para mim, a chegada deste novo trabalho. Após seis anos sem lançar um álbum e 41 desde o início da nossa formação, olhamos para nós mesmos, sem compromisso algum com regras ou tendências do mercado, postura adotada desde o primeiro disco. Estamos munidos com o que sabemos fazer melhor: cantar um repertório que foi escolhido com o rigor habitual e que nos inspirou a chegar em um resultado, antes de mais nada, prazeroso. O prazer de cantar juntos é o que nos move. Assim foi e sempre será", explica Zé Renato.

Com direção musical do próprio quarteto e arranjos vocais de Mauricio Maestro, o repertório contempla composições autorais, como "Santa Marina" (Lourenço Baeta / Cacaso), "Noite" (Zé Renato / Joyce), "O Paciente" (David Tygel) e "Eternidade" (Mauricio Maestro), e releituras de clássicos como "Amor de Índio" (Beto Guedes / Ronaldo Bastos), "Um Violeiro Toca" (Almir Sater / Renato Teixeira) e "Vida da Minha Vida" (Moacyr Luz / Sereno). Há espaço, também, para a composição recém-lançada por Geraldo Azevedo, "Um Paraíso Sem Lugar", dele com Fausto Nilo, e para a regravação de "Viola de Bem Querer" (Paulo Cesar Pinheiro / Breno Ruiz), que dá nome ao disco.

Além do quarteto, um time de músicos convidados participou da gravação do álbum: Pantico Rocha (bateria), João Carlos Coutinho (piano elétrico e acordeon), Bernardo Aguiar (pandeiro), Thiago da Serrinha (percussão) e Marcelo Costa (percussão).

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