'O Redentor' sugere que a justiça não acontece nos sistemas policial, judiciário ou político
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Redação FolhaWeb 
''É melhor sentir ódio do que não sentir nada.''
Esta frase pode sem encontrada nos mais diversos romances policiais. Ela determina o ódio como combustível imprescindível para os acontecimentos. Tanto para criar violência quanto para destruir a violência.
Em ''O Redentor'', o escritor norueguês Jo Nesbo inverte essa premissa para: ''Melhor não sentir nada do que sentir ódio''. Mas não no sentido pacifista. No sentido de frieza. Gerar violência ''do nada'' parecer possuir muito mais impacto do que a motivação pelo ódio. Resumindo, tudo que pode ser explicado tende a ser mais aceitável.
Lançado pela editora Record, ''O Redentor'' é o quarto romance de Jo Nesbo publicado no Brasil. Considerado um dos grandes novos nomes do gênero policial europeu, o escritor já vendeu milhões e milhões de exemplares de suas histórias.
Leia a crítica completa de Marcos Losnak especial para assinantes da FOLHA.


