Curitiba Comprar seis ingressos de uma vez, dar uma corridinha na hora do almoço na Bilheteria Central do Festival (que este ano está instalada no Shopping Omar) e chegar na hora e não saber o que comprar. Essas são situações comuns observadas pelo agente de viagens Evandro Vieira, que há três anos troca a profissão que escolheu para trabalhar dez dias no Festival de Teatro de Curitiba. Ele garante que vale a pena e diverte-se com as dúvidas de quem fica frente a frente com a programação do FTC mas não sabe o que escolher.
''Tem muita gente que pergunta para quem está vendendo. Eu oriento que a escolha é pessoal. Eu posso gostar de uma coisa e a pessoa não, mas sempre digo quais as peças mais procuradas'', conta Evandro. A bilheteria está funcionando desde o dia 1º de março, mas nessa semana as vendas aumentaram, tendo até algumas filas em alguns horários. O problema das filas, no entanto, comum em anos anteriores, está sendo sanado com a distribuição de senhas para o atendimento.
Além das peças ''Amores Surdos'' e ''O Amor Imortal de Antonio e Cleopátra'' (direção de Paulo José, com Ana Kutner e Caco Ciocler no elenco), que estão com entradas esgotadas, as peças mais procuradas até ontem foram ''Fala Zé'', ''Auto do Circo'' (da Cia Estável de Teatro, de São Paulo), ''Rastro de Luz-Molly Sweeney'' (direção de Celso Nunes com Julia Lemmertz no elenco) e ''Otelo da Mangueira'' (musical dirigido Daniel Hertz). (K.M.P.)

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