O que dizem os artistas?
O Filo está entre os festivais mais importantes do Brasil. E mesmo com 37 anos ainda é vanguarda e cumpre muito bem esse papel de comunicação com o público da cidade e o intercâmbio entre os grupos. Forma um panorama interessante, como este ano, com o Encontro de Palhaços e o Seminário Brasileiro de Circo. Marcelo Bones, diretor do grupo mineiro Trama e do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT)
É a quarta edição de que participo. Entre os atores brasileiros, o Filo, ao lado dos festivais de Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre, está entre os mais prestigiados. A lamentar, a falta do Cabaré este ano, que serve para aglutinar os participantes. O público de Londrina já está acostumado a ver teatro. É um público capacitado para ver e julgar os espetáculos, Henrique Stroeter, ator de São Paulo
Participo do Filo desde 85, só fiquei de fora no ano passado. Mas estive aí muito rápido, só para as minhas apresentações. É uma pena o festival não ter dinheiro para bancar mais dias na cidade para acompanhar as peças. Então os grupos vão, se apresentam e voltam. O Filo é um festival bem falado, vejo isso quando digo que sou de Londrina, Mário Bortolotto, ator e diretor do grupo Cemitério de Automóveis. É londrinense mas atua em São Paulo.
O Filo tem uma grande variedade de espetáculos, teatro clássico, dança, palhaços...E os Projetos de Maio são muito originais e importantes, porque levam cultura para onde não tem. Os trabalhos que eu destacaria entre os que vi? Pequenos Trabalhos para Velhos Palhaços, da Cia. Carioca, do Rio de Janeiro, e Victoria, de Dulcinea Langfelder. Joseph Briaud, bailarino francês. Está em Londrina desde o início do Filo





