''O que eu vi de muito bom foi o Calendário da Pedra com Denise Stoklos e O Que Diz Molero. Acho o Filo fantástico, porém injusto porque menospreza as produções da região. Não sei o critério usado na seleção da programação. Que grupo faltou? O meu, por exemplo. O povo tem que ver teatro e eu só vejo essa movimentação quando é época de Filo''. Marcos Vinícius Jabur, estudante de Artes Cênicas






''Eu vi Maria Borralheira, Shylock, Calendário da Pedra, Encaixotando Shakespeare, Victoria. E não teve nenhum espetáculo que eu tenha me arrependido de ter visto. Tem gente que pensa que só porque é tão barato não vai ser bom, mas Londrina está de parabéns. Por mim, teria que ter o Filo mais vezes por ano e não só em maio''. Elizabeth Côrtes, consultora de etiqueta, sempre leva os filhos aos espetáculos





''Devo ter visto uma meia dúzia de espetáculos e o que eu mais gostei foi o Mire e Veja, da Companhia do Feijão. Muitos horários batiam e não dava para ver. Eu, que venho de uma cidade pequena, acho uma época bem legal essa do Filo. Só acho que falta um pouco de debate do que está acontecendo''. Mariana Beckheuser, relações públicas




''O Filo prima por trazer propostas diferentes, foge do lugar-comum dos espetáculos que vêm ao longo do ano. Alguns são pragmáticos, outros inovadores, caso do Café com Queijo, que retratou a raiz das pessoas. Ou mesmo Maria Borralheira, uma agradabilíssima surpresa. E também O que diz Molero, que foi longo, mas muito cativante''. Francisco Spisla, ator, advogado e poeta, viu quase 20 espetáculos

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