O que disse o cineasta
Leia abaixo, algumas das raras declarações do polonês Krzysztof Kieslowski
Eu sou de natureza pessimista, um fatalista otimista, como dizia Camus. Mas quando faço um filme vou em busca de uma esperança
Apresentar coisas que perdem seu sentido habitual... não é minha concepção de arte - não a tenho - é sim a minha concepção de vida
Quero contar histórias e temas universais, mas com traços de vidas particulares que distinguiam um ser humano do outro. Há um mundo interno, extremamente rico, mais interessante que o exterior. Quando se aproxima-se de alguém, não se sabe o que é o mundo real ou sua imaginação, suas aspirações ou impressões. Sinto a vida como uma abstração, não sei onde está a fronteira entre o real e o imaginário; a vida algumas vezes não tem sentido; em outras é maravilhosa
De alguma maneira, o amor é contraditório à liberdade. Se se ama, acaba a liberdade, um se revela dependente da pessoa que ama, qualquer que seja ela... Outro pode interrogar-se sobre esse sentimento de liberdade; isso é o que nós quisemos narrar - sobre A Liberdade É Azul





