O primeiro e eterno Bond
Ele tem licença para afirmar, como nenhum outro ator da série: Meu nome é Connery, Sean Connery Bond. Fãs e críticos concordam que ninguém representa melhor o espião súdito da rainha, que até lhe deu o título de Sir.
Para o crítico de cinema londrinense, Carlos Eduardo Lourenço Jorge, 007 Contra o Foguete da Morte, apesar do apelo popular, é um filme menor na série - grande parte pelo efeito Roger Moore, que confundiu o cinismo característico do personagem de Fleming com galhofa.
Carlos Eduardo aponta tragédias maiores na trajetória do espião, como a escolha do ator George Lazenby para assumir o papel, mas registra positivamente a Era Thimoty Dalton e o seu Bond mais dark, até o personagem ficar em boas mãos com Daniel Craig.
O Daniel está bem e deve durar mais uns dois ou três filmes, afirma o crítico para quem nenhum outro ator alcançou o Bond imaginado por Fleming, como Sean Connery, lembrando que a carreira do britânico foi até asfixiada pelo personagem.
A série ainda consegue atrair milhares de aficionados. Os produtores atuais, que são filhos dos que produziram os primeiros filmes, fazem um upgrade no personagem. A informatização tomou conta de Bond, avalia Carlos Eduardo. (F.L.)





