Integrantes do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Londrina também foram à mostra itinerante acompanhados da educadora artística Viviane Guilhermino Teixeira Feitosa da Silva. "Ter contato com arte é muito bom. E a partir das perguntas, dá para ter outras ideias", comentou a educadora, referindo-se à atividade realizada pelos monitores com os visitantes. "É bom porque a gente acaba conhecendo mais coisas", opinou Tânia Paula Rodrigues de Lima, que acompanhava a filha, Lenize, de 17 anos.
Patrícia Bernardes Ribas, 13 anos, apontou uma obra de Henry Matisse dizendo que ao vê-lo, sentia a sensação de calor. "Eu gosto muito de calor e água. Adoro piscina. A gente não consegue sobreviver sem água."
Já Matheus Barbosa Machado, de 16 anos, identificou-se com a fotografia da londrinense Mariana Lorenzo, no Lago Igapó. "É a primeira vez que venho a uma exposição de arte. Algumas obras achei muito legais. Gosto de ir ao Lago Igapó para passear." (M.F.C.)

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