O preço da aventura
O preço da aventura
ReproduçãoCena de A Praia: primeiro filme de DiCaprio depois do megahit TitanicLançado há uma semana nos Estados Unidos, A Praia (confira a programação de cinema nesta página) já rendeu U$ 17 milhões, 3 a menos que o salário de seu astro, o enfant terrible Leonardo DiCaprio. Parece que a garotada permanece fiel ao ídolo, mesmo que o papel de agora muito pouco ou nada tenha a ver com o romântico e pobre namorado da romântica e rica namorada de Titanic. Numa arriscada e assumida reviravolta mercadológica, o produto agora tenta ser menos carne e mais cérebro. Se conseguiu ou não, já são outros milhões.
O desejo de encontrar alguma coisa real - ligar-se para valer a algo ou a alguém - é o que leva o empacotador americano Richard a procurar a Tailândia com a aventura na cabeça. Para ele, viagem é a busca de experiência, o desafio de encontrar coisas diferentes. Num hotelzinho barato em Bangcok, Richard conhece um casal de franceses, Etienne e Françoise (Guillaume Canet e Virginie Ledoyen). Ele também encontra Daffy (Robert Carlyle), um velho viajante devastado por anos de sol e pelas drogas. Paranóico em grau preocupante,
Daffy conta a Richard sobre uma improvável ilha secreta, um possível lugar de sonho. A praia perfeita, livre do assédio de turistas. No dia seguinte, Richard encontra um pedaço de papel com um mapa feito à mão. Para ele, pode ser aquilo que buscava. Com o casal de franceses, sai à procura de sua utopia. No destino, encontram um grupo de viajantes como eles, vivendo em segredo. Mas este paraíso na terra pode não ser assim tão perfeito como poderá conferir o espectador.





