O visitante do Centro Histórico de Salvador tem uma série de locais para ver, conhecer e viver. No Pelourinho, com sua arquitetura colonial quase que totalmente restaurada, fica também os principais pontos históricos e culturais da cidade. Lá estão as igrejas coloniais - como a de São Francisco, com seu altar totalmente recoberto em ouro; a da Ordem 3ª de São Francisco, com sua fachada totalmente esculpida em granito; a Igreja do Carmo; a da Nossa Senhora do Rosário dos Pretos; a Catedral Basílica e inúmeras outras -, vários museus como o Afro-brasileiro, o de Arqueologia e Etnologia, a Fundação Casa de Jorge Amado e outros; além do Teatro Miguel Santana e outros pontos de interesse.
Para andar pelo Pelourinho é necessário ter uma certa resistência física. É um tal de sobe ladeira e desce ladeira (mas bota ladeira nisso) que é preciso estar bem preparado. É bom ter um guia por perto porque o local é cheio de becos e voltas. Mas cuidado com aqueles que ficam se oferecendo aos turistas. Eles até podem conhecer bem o local e dar várias informações porém combine antes o preço. Não aceite aqueles que afirmam ‘‘pague depois o que você achar que meu trabalho merece’’. Pode dar confusões posteriores e muito bate-boca.
Dia e noite Invarialvemente, em todos os dias da alta temporada, há shows em casas noturnas e festas ao ar livre num dos inúmeros largos do Pelô. A programação pode variar desde o ensaio público do grupo afro Olodum, nas noites de domingo (evite, a menos que vá sem nada, a não ser a roupa do corpo. A aglomeração de pessoas é enorme e facilita o trabalho dos trombadinhas) até apresentações de balé clássico em teatro. A programação completa é impressa em folhetos e distribuída, todos os meses, pelo projeto ‘‘Pelourinho Dia & Noite’’, do Ipac e Conder.
No local, estão também alguns dos melhores restaurantes típicos - Casa da Gamboa, do Bargaço, Tempero da Dadá, Dona Chika-ka, Casa do Benin - ou de cozinha internacional da cidade - Maria Mata Mouro, Rosa dos Ventos, Mercuri, Contos de Réis e outros. Há inúmeros bares (não deixe de provar o ‘‘Cravinho’’), lojas de roupa, artesanato, artes e antiguidades, além de jóias, bancos e casas de câmbio.
Mas se o negócio for realmente compras para valer (destas de encher malas e mais malas), esqueça o Pelourinho e vá para o Mercado Modelo, que é ali pertinho, pegando o elevador Lacerda a partir da Praça da Sé. Lá é bem mais barato e a diversão é a mesma.

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