O GAJO VAI À TELINHA
O cantor e compositor Roberto Leal vai estrear em breve um programa semanal na CNT/Gazeta
Sílvia Herrera
Agência Estado
Arquivo FolhaRoberto Leal: ‘‘Pretendo reunir a família toda para assistir ao meu programa’’A data de estréia ainda não foi definida, mas o cantor Roberto Leal acaba de ganhar um programa na CNT/Gazeta. ‘‘Todos os patrocínios já foram fechados’’, garante o cantor. A princípio, a estréia aconteceria na próxima sexta-feira, mas ele preferiu adiá-la para poder finalizar as gravações de seu novo CD ‘‘500 Anos de uma História de Amor’’, que só será lançado depois da Copa.
O programa ainda não foi batizado, mas alguns nomes estão sendo avaliados como ‘‘Roberto Leal e os Povos da Terra’’, ‘‘Programa Roberto Leal’’, ou ainda ‘‘Roberto Leal, um Português Brasileiro’’. Terá uma hora e meia de duração e será exibido semanalmente às quintas ou sextas-feiras.
O objetivo do novo programa na TV é aproximar as duas nações que mais ama: Brasil e Portugal. ‘‘O programa será gravado na Casa de Portugal, em São Paulo, e um dos quadros será ‘‘Imagens de Portugal’’, no qual levantaremos assuntos de interesse dos dois lados, como por exemplo, a situação dos dentistas brasileiros em Portugal’’, explica o apresentador.
Para ele, o fundamental não está em ter um programa na TV, mas sim produzir um programa de qualidade e com muita consistência. ‘‘Acredito em equilíbrio social e pretendo reunir a família para assistir ao meu programa’’, afirma. A cada semana, Roberto Leal pretende fazer uma homenagem a um país imigrante diferente. Outro quadro já definido é o ‘‘Você Venceu’’, no qual as pessoas vão ter seu trabalho reconhecido no ar.
Sobre o novo disco o cantor adianta que terá 14 músicas e contará com participações bem especiais como as de Elba Ramalho, Raça Negra e Oswaldinho do Acordeon. ‘‘É um disco bastante pesquisado e no fundo consegui retratar o abraço das duas culturas’’, avalia.
Há releituras em fado de clássicos da MPB, como por exemplo, ‘‘Asa Branca’’, ‘‘Cavalgada’’ e ‘‘Noite de Meu Bem’’, como também a mão inversa. ‘‘Fiz um pagode, ‘Na Casa de Tete’, para o Raça Negra; tem a ‘Bigorrilha’ numa versão bem brasileira, e há a inédita ‘Forrando o Vira’, que é o tradicional ‘vira’ em forró’’, resume.

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