Luke de Held: referências vão do blues rock texano ao blues acústico do Delta do Mississipi
Luke de Held: referências vão do blues rock texano ao blues acústico do Delta do Mississipi | Foto: Rei Santos/Divulgação



Após um ano e quatro meses de trabalho e mais de 33 anos de experiências musicais acumuladas, Luke de Held lança seu quinto disco da carreira e o segundo gravado com a The Lucky Band. O trabalho representa uma continuação do disco Blues From Redland (lançado originalmente em 2015) e integra a chamada "Redland Trilogy" - a Trilogia da Terra Vermelha. Redland (em inglês, Terra Vermelha) é uma homenagem à cor do solo de Londrina, um dos mais férteis do mundo, a terra natal de Luke de Held. Seguindo a tradição iniciada pelos lendários bluesmen americanos, o disco traz histórias e experiências pessoais, transformadas em canções e, basicamente, contém faixas que exaltam o amor em família, gratidão a Deus, o amor ao blues e a esperança de um reencontro com pessoas amadas que já partiram. O disco contou com Luke de Held (guitarra , violão e vocais), Diogo Morgado (guitarra violão e vocais ), Sara Secco Delallo (contrabaixo ), Arthur Faraco (contrabaixo nas faixas Brother Well e The brightest star in the sky ), Luciano Leães (teclados) e Wellington Souza (bateria), além do guitarrista Tiago Galelli na faixa "Big Fat Mama." Os destaques são as faixas "Dreams" - composta ao lado do berço de Ana Elise, filha do cantor que hoje tem cinco anos - e a faixa título "The Tedland Son" - composta para o filho Alamo (que tem 3 anos).

Produzido em parceria com Marco Aurélio Chiara (Estúdio Toque Grave ) e Diogo Morgado, o álbum é totalmente não linear. Algumas referências são óbvias, desde o blues rock texano de ZZ Top e Stevie Ray Vaughan até o blues acústico do Delta do Mississipi, passando pelos folks de Bob Dylan e Tom Petty e pelo rock sacana dos Rolling Stones, há também elementos que remontam à Eric Clapton, especificamente as sonoridades dos álbuns "Another ticket" e "No reason to cry", da segunda metade dos anos 70. Lançado inicialmente no formato digital em todas as plataformas disponíveis, o álbum já foi ouvido em 45 países diferentes e foi listado entre os 50 melhores discos de blues do mundo de 2017 pelo site Southern Rock Brasil (somente dois brasileiros entram nessa lista). Agora, neste sábado (5), no Menina Bar, acontece o lançamento no formato físico. Mesas podem ser reservadas no (43) 3028-1550.

Serviço
The Redland Son
Quando: Sábado (5) a partir das 22h30
Onde: Menina Bar (Av. Santos Dumont, 1113)
Quanto: R$ 20 (entrada)

*Supervisão: Celia Musilli
Editora da Folha 2

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