Ilustração: Douglas MayerKoans, repito ainda uma vez, são mini-estórias, micro-contos, lorotas ‘‘filosóficas’’ com que o zen-budismo se entretém em busca do saber - o mais puro e essencial.
Constituindo-se, quase sempre, num jogo de perguntas e de respostas que não dispensa, em muitos sentidos, certa dose de sensata loucura, os koans têm um objetivo, se é que a vida também o tenha - o objetivo de chegar, através de uma ‘‘ciência da mente’’, ao ‘‘satori’’, a perseguida iluminação búdica.
São ‘‘insights’’, sustos, disparates que guardam secretas razões, o cândido e o inominável, o rumo da lua e seu inescrutável rumor.
Aos koans, pois, sem mais prólogos ou delongas.
A ROSA PERFEITA

mockup