Ao contrário do Grand Hyatt São Paulo, cujos US$ 100 milhões investidos foram aportados pela Hyatt International e pelo fundo argentino Sociedad Latinoamericana de Inversiones, do Grupo Liberman, McGourty explica que a rede não pretende aplicar recursos próprios nos próximos projetos no País.
Embora a possibilidade não seja descartada, a preferência é pela associação com grupos de investidores, que seriam os proprietários das unidades, sendo a Hyatt apenas a operadora. ''Nossa especialidade não é ser proprietário de imóveis, mas gerenciar hotéis'', justificou.
Os interessados deverão observar uma série de exigências para convencer a Hyatt a administrar seu hotel. A primeira é que os projetos devem ter padrão cinco estrelas. O parâmetro de atendimento será a unidade de São Paulo, projetada para ser o cartão de visitas da rede.
Alcançar esse padrão de acomodações requer dinheiro. McGourty estima que os investimentos, por apartamento, giram em torno de US$ 200 mil e US$ 250 mil, conforme a localização. Neste valor, já estão computadas as áreas de apoio, como restaurantes e área de lazer.
A Hyatt Hotels & Resorts é a maior administradora de hotéis de luxo do mundo, com 204 empreendimentos nos cinco continentes. Fundado em 1957, por Jay Pritzker, nos Estados Unidos, o grupo é dividido em duas empresas: a Hyatt Hotels Corporation, que opera 122 hotéis e resorts na América do Norte e Caribe, e a Hyatt International Corporation, responsável por 60 hotéis e 22 resorts em 39 países.
Além da América do Sul, a rede espera abrir 17 hotéis até 2006. O destaque é a expansão no Oriente Médio e Ásia. Egito e Emirados Árabes receberão um hotel cada. Na Ásia, a Índia receberá quatro projetos; a China, três; seguida por Japão e Vietnã, com um hotel cada.

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