São Paulo - Manoel de Barros escreveu 18 livros de poesia, além de livros infantis e relatos autobiográficos. O poeta morava em Campo Grande com a mulher, Stella, e a filha, Martha. Seus dois filhos homens, João Wenceslau e Pedro, morreram em 2007 e 2013, respectivamente.
Em 2008, o cineasta Pedro Cezar lançou o documentário "Só Dez Por Cento É Mentira", que traz entrevistas com Manoel de Barros e artistas que se inspiraram em sua obra, como a escritora e atriz Elisa Lucinda, que já usou a poesia de Barros em seus espetáculos, e Joel Pizzini, diretor do curta "Caramujo-Flor", inspirado na obra do poeta.
Uma das poesias do mato-grossense dizia "Noventa por cento do que escrevo é invenção. Só dez por cento é mentira", daí o título do filme. (Folhapress)

OBRA COMPLETA
- "Poemas Concebidos Sem Pecado" (1937)

- "Face Imóvel" (1942)

- "Poesias" (1956)

- "Compêndio para Uso dos Pássaros" (1960)

- "Gramática Expositiva do Chão" (1966)

- "Matéria de Poesia" (1974)

- "Arranjos para Assobio" (1980)

- "Livro de Pré-Coisas" (1985)

- "O Guardador de Águas" (1989)

- "Concerto a Céu Aberto para Solos de Ave" (1991)

- "O Livro das Ignorãças" (1993)

- "Livro Sobre Nada" (1996)

- "Retrato do Artista Quando Coisa" (1998)

- "Ensaios Fotográficos" (2000)

- "Exercícios de Ser Criança" (2000)

- "Tratado Geral das Grandezas do Ínfimo" (2001)

- "O Fazedor do Amanhecer" (2001)

- "Cantigas para um Passarinho à Toa" (2003)

- "Poemas Rupestres" (2004)

- "Poeminha em Língua de Brincar" (2007)

- "Menino do Mato" (2010)

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