Novas profissões vão exigir versatilidade
No ano 2000, cerca de 30% da atual geração de jovens deverão estar trabalhando em atividades pouco conhecidas hoje em dia. É o que prevê o consultor Artur de Oliveira Filho, um especialista em cursos de educação avançada para executivos. Segundo ele, a explosão da tecnologia não abrirá espaços apenas para a informática.
Só o diploma universitário não vai bastar. A versatilidade, o espírito de liderança e o conhecimento de informática e de mais um idioma contarão muito. A tendência será de crescimento de atividades ligadas principalmente ao meio ambiente, à biotecnologia, química, qualidade e relações internacionais.
E, enquanto o sociólogo Jeremy Rifkin - autor do polêmico livro The End of the Work - prevê que em quatro ou cinco décadas não haverá mais trabalho para uma considerável parcela da população mundial, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) já se prepara para enfrentar os desafios do século 21. Segundo seus dirigentes, uma das principais preocupações será com relação ao interesse do consumidor, sempre levado em conta nas futuras negociações com os empresários, e com o meio ambiente.
Segundo o escritor Jeremy Rifkin, só uma política de valorização das pequenas comunidades conseguirá manter ocupadas as pessoas em uma era quase sem trabalhadores.





