Em ''Poesia Mínima'', onde foram publicados alguns dos poemas que agora circulam nos ônibus, Carlos Luz, 41, desenvolve a rima e a métrica sem levar em conta os sons fonéticos, as sílabas poéticas, mas sim as letras e os caracteres, sempre alinhados e sem os espaços das palavras. Assim, cada poema tem dois versos, sempre com o mesmo número de palavras cada um.
Desde o lançamento do livro, em fevereiro, o poeta tem percorrido as escolas do ensino médio realizando oficinas, exposição de uma mostra poética e a divulgação da poesia através de livros, camisetas, adesivos e, agora, cartazes nos ônibus.
O projeto ''Mínimas Poéticas'' foi desenvolvido em parceria com a Casa do Teatro e Movimento Cuca Legal, com o apoio da Fundação Cultural, Revista Et Cetera, Academia de Cultura de Foz do Iguaçu (Aculfi), Colégio Dinâmica, Gráfica Igrafoz, Sigilu's Contabilidade.(A.P.)

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