Quando o boa noite do apresentador Lucas Mendes foi ao ar no Domingo de Páscoa, pela TV a Cabo GNT, estava começando um novo ‘‘Manhattan Connection’’. Cenário moderno, novos quadros, reportagens nas ruas de Nova York, e o primeiro da série sem o jornalista Paulo Francis.
‘‘Para nós hoje é o dia ‘‘V’’, da volta. Cheia de ansiedade, porque agora estamos sem o Francis. Passamos dois meses quebrando a cabeça. Tentando voltar diferente. Reinventar, para conquistar você e nós também. Gostamos desta nossa hora’’, disse o apresentador.
O público também. Por isso Manhattan está há quatro anos no ar. Tem Lucas, Caio Blinder e Nelson Motta. na estréia veio o antropólogo Roberto da Matta, professor da Universidade de Notre Dame. Ele é o intelectual brasileiro mais citado na imprensa americana.
O programa é pautado em cima dos fatos da semana. Neste, o assunto principal foi o suicídio dos adeptos da Seita da Califórnia, ‘‘Porta do Céu’’. E teve muito mais. Livros e seus autores, cinema e teatro. O número de reportagens também aumentou. Deu para conhecer um pouco da exposição de quadros vitorianos na Galeria Nacional de Washington, e ver os prédios que estão na lista dos mais famosos e preferidos dos novaiorquinos - o Chrysler Building lidera. Lúcia Guimarães, repórter da TV Cultura de São Paulo e produtora do Manhattan, agora também faz reportagens especiais sobre o melhor da ‘‘Big Apple’’. A edição é de Angélica Vieira e o tema de encerramento é do jornalista Herbert Henning e da cineasta Mônica Rogozinski.
Manhattan Connection é isso. Como disse Lucas na estréia, ‘‘o programa não pretende ser mais do que é. O formato é esse. Quatro ou cinco pessoas discutindo notícias e idéias novas. Nossas novidades são as novidades.

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