Notas
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Arquivo Folha
Roberto De Niro será homenageado no Festival de Berlim
Ele merece
O 50º Festival de Cinema de Berlim, que começa no dia 9, vai homenagear o ator norte-americano Robert De Niro, apresentando doze de seus filmes. A Berlinale homenageará ainda a atriz francesa Jeanne Moreau com um Urso de Ouro e uma retrospectiva. No dia 17 de fevereiro, haverá uma projeção especial de The Deer Hunter, de Michael Cimino, cuja apresentação em 1979, na presença de De Niro, causou polêmica, pois os países do bloco socialista e alguns países do Terceiro Mundo protestaram pelo ângulo abordado pelo filme sobre a guerra do Vietnã. De Niro voltou a Berlim para a apresentação de Raging Bull, de Martin Scorsese em 1981, e de Wag the dog e Jackie Brown, de Quentin Tarantino, em 1998.
Coisas de Fellini
O cineasta italiano Federico Fellini queria rodar no começo dos anos 90 um vídeo para o ex-Beatle, Paul McCartney, no qual este devia cantar no Coliseu, diz um livro sobre o famoso diretor. O livro Desenhos e palavras, do jornalista Vincenzo Mollica, amigo íntimo de Fellini, apresenta belos desenhos do cineasta, narra longas conversas informais nas quais confessa uma série de histórias inéditas, entre elas a paixão pelos Beatles.
Segundo Mollica, Fellini era encantado com o mito dos Beatles, tanto que lhes propôs trabalhar em Satyricon (1968), o que não foi possível devido aos compromissos do grupo.
Catherine, a convertida
Catherine Zeta-Jones deve se converter ao judaísmo antes de se casar com o ator Michael Douglas, de acordo com o jornal inglês Mail on Sunday. Ela teria ficado fascinada pela fé judaica de seu futuro marido e chegou a conversar com um rabino sobre a conversão. A atriz cristã, natural do País de Gales, acaba de confirmar que está grávida. O casal, que anunciou seu noivado em 6 de janeiro, pretende criar o bebê como judeu.
Szpilman na telona
O cineasta Roman Polanski prepara-se para rodar na Polônia um filme sobre a vida do compositor judeu polonês Wladyslaw Szpilman na época da ocupação nazista (1939-1945). Foi a música de Szpilman que lhe permitiu sobreviver ao Holocausto. E essa música será o elemento mais importante do filme, do qual estou começando a escrever o roteiro, disse Polanski. Ele ressaltou que para este filme não vai escalar estrelas. Quero fazê-lo com novos rostos, afirmou.





